Sou mãe, terapeuta e graduanda em Filosofia. Integro, há alguns anos, uma formação voltada à alma da mulher, que marcou profundamente minha biografia e transformou a forma como escuto e acompanho histórias. A terapia é um trabalho humano. Integro em mim o que estudo e vivencio. É para além da técnica. Eu não estou aqui para te olhar como objeto, mas para te ajudar a se ver como pessoa, ser humano, digno de ser.
A terapia que ofereço nasce desse lugar: do encontro com a experiência vivida.
Aqui, a pessoa não é reduzida a sintomas, diagnósticos ou técnicas. Ela é acolhida como alguém que existe, sente, pensa, deseja sentido e se interroga sobre a própria vida.
O primeiro movimento é a escuta. Uma escuta atenta à história, mas também ao modo como ela é vivida: os afetos, os silêncios, as repetições, os conflitos internos, as perguntas que insistem em retornar.
Ao longo do processo, trabalhamos na organização dos pensamentos, afetos e significados. Quando a vida ganha sentido, o sofrimento deixa de ser apenas peso e passa a se tornar linguagem.
A terapia não se limita a palavra ou a reflexão. A partir de uma compreensão antropológica do ser humano, o cuidado inclui o corpo, a rotina, o ritmo e a vida concreta. Como você habita o próprio corpo, o tempo, os gestos simples do dia a dia - tudo isso participa do seu equilibrio psíquico.
O processo respeita o ritmo e a história de cada mulher.
"Tudo é mente, se você começa a colocar ordem, a sua vida volta a florir. Questões de sentido, vazio, esperança, culpa, perdão, vocação e transcendência fazem parte da vida interior da mulher. O espaço terapêutico acolhe essas questões, com respeito e liberdade. "Sobre o processo terapêutico
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